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Albino Francisco Correia (1850-1923)

Embarcou aos 12 anos para o Brasil, empregando-se primeiro no Comércio e vindo a estabelecer-se com um negócio e víveres a retalho. Funda mais tarde não só algumas confeitarias mas também lojas de ferragens, de tintas e outros negócios, acabando por se tornar num dos mais importantes e creditados comerciantes do Rio de Janeiro. Foi o principal iniciador e fundador da Associação dos Varejistas do Rio, bem como o Director e Presidente de outras instituições associativas, como a Companhia de Seguros Varejistas.

Por ocasião da febre amarela que crassou no Rio de Janeiro, entre 1878 e 1895, realizou verdadeiras tarefas de caridade e de abnegação, acudindo pessoalmente a muitas pessoas atingidas e servindo-lhes de enfermeiro.

Em 1885 fez parte do Conselho da Caixa de Socorros de D. Pedro V, prestando relevantes serviços que lhe concederam o título de Sócio Benemérito e o diploma com insígnia de Cruz Humanitária.

À Sociedade Portuguesa de Beneficência do Rio de Janeiro fez donativos de tal vulto que o Conselho Deliberativo e Directório desta instituição honrou-o com o Livro de Ouro e insígnia da Cruz Humanitária, distinção máxima daquela sociedade.

Em 1902, vindo a Portugal, o Rei, conhecedor dos seus méritos e do seu exemplar amor pátrio, decidiu agraciá-lo com o título de Visconde de S. João da Madeira. Alma simples e generosa tornou-se num símbolo de amparo aos pobres e necessitados, entre os quais as vítimas da primeira Grande Guerra e as vítimas do Ribatejo, a quem ofereceu avultadas quantias.

Entre 1906 e 1919, o Visconde de S. João da Madeira foi ainda Presidente do Real Gabinete Português da Leitura no Rio de Janeiro.

Contribuiu ainda generosamente para a fundação do Hospital da Misericórdia e para o grande restauro da Igreja Matriz de S. João da Madeira.


 
 
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