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Documento Fundador

O início de 2004 ficou assinalado pela aprovação, em Assembleia Municipal e por unanimidade, do Documento Fundador do Museu da Chapelaria.
Tal documento expressa com clareza a missão, os objectivos e o âmbito de actuação do Museu da Chapelaria.

DOCUMENTO FUNDADOR DO MUSEU DA CHAPELARIA

Considerando que,
Um Museu é uma instituição de natureza permanente, com fins não lucrativos, criado para o interesse colectivo, com acesso regular ao público, que reúne bens culturais e bens naturais e a informação que lhes está associada, conserva-os, documenta-os, investiga-os, interpreta-os e difunde-os, com objectivos científicos, culturais, educativos e lúdicos e com finalidades de democratização da cultura, de promoção da cidadania e de desenvolvimento da sociedade,[1]

Bem cultural é um testemunho material e imaterial que constitui ponto de referência importante para o desenvolvimento humano, nomeadamente de interesse histórico, paleontológico, arqueológico, arquitectónico, linguístico, documental, artístico, etnográfico, científico, social, industrial ou técnico e que reflecte valores de memória, antiguidade, autenticidade, originalidade, raridade, singularidade ou exemplaridade,[1]

É preocupação fundamental das políticas de desenvolvimento concelhio a promoção e valorização do seu património histórico, arquitectónico, documental, etnográfico, social, industrial e cultural, porquanto é esse património espelho e testemunho da identidade e memória locais.

Aos Museus é acometido um papel activo de valorização identitária e patrimonial das comunidades que servem, integrando-as simultaneamente nos contextos mais gerais da universalidade cultural e do desenvolvimento das sociedades.

Parte da História de S. João da Madeira se alicerça na Indústria de Chapelaria, que aqui se concentrou de forma significativa e foi um dos pilares económicos e sociais da estruturação da identidade local.

A Empresa Industrial de Chapelaria foi uma das unidades industriais mais importantes do País no domínio da produção de chapéus, a proximidade cronológica do auge da produção de chapéus em S. João da Madeira (grosso modo de meados do século XIX à década 70 do século passado) facto que determina que muitos dos actores desse mundo industrial estejam ainda vivos e queiram ver preservada uma memória e um património colectivo que tende a desaparecer, S. João da Madeira detém ainda algumas unidades fabris em funcionamento, nomeadamente a Cortadoria Nacional do Pêlo e a empresa Fepsa, testemunhos vivos deste sector, e cuja colaboração e apoio ao Projecto do Museu da Chapelaria se tem revelado fundamental,

Os passos pioneiros para a fundação de um Museu da Cultura, dados pelo Rotary Club de S. João da Madeira, com a doação de equipamento ao Município em 28 de Novembro de 1990, e pela Escola Secundária João da Silva Correia, com o seu projecto educativo entre 1993 e 1997, para o nascer de um Museu Regional, culminando com a criação de uma sala-museu no Fórum Municipal dedicada à indústria de chapelaria, em 07 de Abril de 1995, com espólio angariado pela Escola e oferecido ao Município, foram momentos marcantes na gestação do embrião deste projecto do Museu da Chapelaria, é assumida, pela Assembleia Municipal de S. João da Madeira, a criação do MUSEU DA CHAPELARIA, que terá sede no antigo edifício da Empresa Industrial de Chapelaria, sito na Rua Oliveira Júnior.

Mais se assume que o Museu da Chapelaria, tutelado pela Câmara Municipal de S. João da Madeira, será uma instituição de natureza permanente, com fins não lucrativos, criado para o interesse colectivo, com acesso regular ao público, que reúne bens culturais e a informação que lhes está associada, conserva-os, documenta-os, investiga-os, interpreta-os e difunde-os, com objectivos científicos, culturais, educativos e lúdicos e com finalidades de democratização da cultura, de promoção da cidadania e de desenvolvimento da sociedade, conceptualmente, será museu vivo, em contacto com a população local e com os seus públicos existente e potenciais, sendo um espaço por excelência do "ver e aprender a fazer" e até do "fazer" verdadeiro, cabendo-lhe como função expor, explicar, ensinar, fazer e deixar fazer, será um espaço socialmente activo, culturalmente interessante, pedagogicamente útil, que evocará histórias e memórias, contribuindo dessa forma para aprofundar e divulgar o conhecimento da identidade e cultura sanjoanenses, não será uma instituição isolada.

Quer isto dizer que o museu se integrará num plano mais vasto (regional e nacional) de ordenação do património cultural, edificado, arqueológico, etc., sendo entendido como um núcleo a partir do qual outros pólos possam vir a ser criados. Estabelecer-se-á assim uma rede de instituições com fitos comuns e que partilharão recursos, numa gestão integrada dos mesmos, rentabilizando-os (é o caso dos centros de documentação). Este objectivo implica uma planificação a médio prazo e uma visão do museu não como uma célula isolada mas como uma peça de um conjunto.

Será o ponto de partida para itinerários culturais que toquem outros pontos de interesse da história da indústria do município e da região, ou mesmo que alarguem o âmbito da visita a outras temáticas. Assim, o visitante não se ficará pela visita ao museu mas terá ao seu dispor programas variados que, percorrendo a região, lhe dêem uma visão mais apurada e interessante da realidade municipal ou regional.

Desta forma o museu cumprirá uma das suas funções principais, a de dinamizar a vida cultural e social da comunidade em que está inserido e a de promover o conhecimento sobre essa comunidade, nas suas mais variadas facetas,contará, globalmente com as seguintes áreas funcionais:

  • para as exposições e outras actividades: áreas de exposição permanente ou de longa duração; área de exposições temporárias; pequeno auditório, com possibilidade de passar diaporamas ou pequenos filmes; sala de actividades didácticas/pedagógicas especialmente dedicadas a um público de idade escolar;
  • para o público: centro de documentação/biblioteca (especialmente voltado para a história da indústria da região); sala de trabalho; bar/restaurante; parque de estacionamento (subterrâneo); loja do museu;
  • para os serviços do museu: gabinetes para a equipa que trabalha no museu (director, conservadores, etc.); armazéns para espólio em reserva; sala destinada a operações de conservação preventiva e/ou restauro; áreas técnicas; departamento educativo.
 

[1] Extraído da Proposta de Lei-Quadro dos Museus, em preparação.



 
 
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