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Poesia «explicada» ao público infantil pelo declamador José Fanha

2012-03-27
José Fanha falou de poesia com as crianças do 1.º ciclo
 

O poeta e declamador José Fanha esteve na escola básica de Carquejido, no Dia Mundial da Poesia (21 de março), para falar a 23 crianças, entre os 8 e os 10 anos (turma do 4.º ano). Esta foi uma das diversas oficinas realizadas em estabelecimentos de ensino da cidade no âmbito da 10ª Campanha Poesia à Mesa, que, durante uma semana, animou a vida cultural sanjoanense.

Como escrever poesia, a métrica utilizada ou as rimas necessárias foram explicadas por José Fanha, que também é autor de uma série de livros para crianças. E o público infantil, sem se fazer rogado e com real empenho por aquela aula diferente, interagiu com o poeta, com ideias, jogos de palavras, perguntas e sugestões quanto à forma de escrita.

José Fanha, para as crianças, não era um estranho e percebeu-se que já tinham procurado alguma informação sobre a sua vida, a avaliar pelas questões colocadas quanto à sua obra de meia centena de livros, vida familiar ou até mesmo conteúdos e motivações de algumas das suas publicações. O autor não desiludiu o público e, com a simplicidade e a facilidade de comunicação que lhe são caraterísticas, não deixou nenhum dos alunos sem resposta e conseguiu manter constante o interesse e a participação da assistência.

“Escrevo para as crianças porque sinto-me um bocadinho pequeno”, garantiu o autor aos mais novos, explicando que, para si, “ler e escrever são vícios”, ou, por outras palavras, “uma necessidade”. “Preciso de escrever para saber quem sou”, acrescentou ainda, definindo a palavra como um “anzol” que lhe “tira coisas do peito”.

Março 2012

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