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Poesia à Mesa: Adolfo Luxúria Canibal recitou e cantou nos Paços da Cultura

2013-04-04
Em palco, Adolfo Luxúria Canibal leu e cantou poesia, acompanhado por música ao vivo

«Estilhaços de Mário Cesariny» é nome do espatáculo que Adolfo Luxúria Canibal trouxe a S. João da Madeira, no âmbito da edição de 2013 da Campanha «Poesia à Mesa» 

Adolfo Luxúria Canibal trouxe o espetáculo «Estilhaços de Mário Cesariny» ao auditório dos Paços da Cultura de S. João da Madeira, no dia 20 de março. Baseado no seu livro do mesmo nome e num álbum musical, este «spoken word» inseriu-se na campanha «Poesia à Mesa».

A sala estava praticamente cheia e, durante mais de uma hora, foi possível ouvir a voz e as palavras do músico com vasta carreira nos panoramas nacional e estrangeiro, numa mistura da sua criação interpretativa com a genialidade de expressão de um dos maiores autores do surrealismo português de nome Mário Cesariny.

Em palco, Adolfo Luxúria Canibal, sentado numa mesa, recitou, leu e cantou alguns dos textos e poemas do seu livro, sempre acompanhado e embalado pelos acordes musicais de António Rafael (piano), Henrique Fernandes (contrabaixo) e Jorge Coelho (guitarra) – os dois últimos pertenceram ao grupo Mão Morta.

Os gestos e o balancear do corpo de Adolfo Luxúria Cabral formaram uma simbiose perfeita com os músicos, que, muitas vezes, a partir das palavras inspiradoras, aventuraram-se eles próprios por percursos mais criativos muito agradáveis, arrancando prolongados aplausos dos sanjoanenses.

«Orçamento Geral do Estado», «Justo Equilíbrio», «Outra Coisa», «Londres» ou «O Homem aos Saltos» foram alguns dos textos lidos por Adolfo Luxúria Cabral, que ainda brincou com um tipo de poesia japonesa muito curta, acentuando: “Isto é uma coisa que está muito verde, mas quando sai bem está madura”.

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